O computador morreu. Chegou a era dos tablets
“Grande parte das pessoas quer surfar na internet, checar e-mails ou interagir nas redes sociais. Para isso, elas não precisam de um PC”, afirma Jeffrey Cole, diretor do Centro para o Futuro Digital da University of Southern California. O mantra dessa nova era é a mobilidade e a conexão total com a internet de qualquer lugar a qualquer hora. Os tablets levam este conceito às últimas consequências, com a vantagem de ter uma tela bem maior do que um smartphone e uma interface revolucionária que permite fazer tudo com o toque dos dedos, sem a necessidade de um mouse e um teclado – itens que vão estar ao lado do PC em seu obituário.
Agora, todo o material está no tablet, com uso de imagem de alta definição e vídeos.
O impacto desses equipamentos, no entanto, irá além. Os tablets têm recursos para acessar a internet, ver vídeos, ouvir música, receber e enviar e-mails, organizar fotos, jogar games, ler livros eletrônicos e revistas. Aliás, o prazer da leitura é muito superior ao de um PC. Versátil, eles influenciarão vários setores econômicos, que vão do editorial até o educacional.
As máquinas, produzidas na China, serão usadas para substituir o material didático no formato em papel. “Essa é uma revolução que vai atingir as escolas privadas e públicas.” A rápida ascensão dos tablets, de fato, impressiona.
O Brasil entra oficialmente na era dos tablets – apesar de milhares de iPads já fazerem parte do cotidiano de muitos executivos e de empresas via importação direta – a partir de novembro. A coreana Samsung deve ser a primeira, ao lançar o Galaxy Tablet, que roda o sistema operacional Android, do Google. “Ele será fabricado no Brasil e terá recurso de tevê digital”, afirma Hamilton Yoshida, diretor de marketing da companhia. O iPad deve chegar logo em seguida.
Ao longo do próximo ano, vários outros aparelhos também serão vendidos para o consumidor brasileiro, como o da chinesa ZTE. “Nosso grande diferencial será o preço”, diz Eliandro Ávila, presidente da subsidiária local da companhia. A também chinesa Huawei seguirá estratégia semelhante.
O Brasil entra oficialmente na era dos tablets – apesar de milhares de iPads já fazerem parte do cotidiano de muitos executivos e de empresas via importação direta – a partir de novembro. A coreana Samsung deve ser a primeira, ao lançar o Galaxy Tablet, que roda o sistema operacional Android, do Google. “Ele será fabricado no Brasil e terá recurso de tevê digital”, afirma Hamilton Yoshida, diretor de marketing da companhia. O iPad deve chegar logo em seguida.
Ao longo do próximo ano, vários outros aparelhos também serão vendidos para o consumidor brasileiro, como o da chinesa ZTE. “Nosso grande diferencial será o preço”, diz Eliandro Ávila, presidente da subsidiária local da companhia. A também chinesa Huawei seguirá estratégia semelhante.
Esse é um mercado que nasce com muitos concorrentes e sem dúvida nenhuma para adentrar no mercado brasileiro, o diferencial não será somente a diversidade deste produto mais também deverá ser levado em grande foco, as estratégias utilizasas para facilitar a compra dos consumidores, com preços acessíveis e facilidades de negócios.
Adaptado por Ralphe Manzoni Jr.

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